Fechou em R$ 12,7 bilhões o faturamento do varejo eletrônico do Brasil no primeiro semestre de 2013, segundo a consultoria E-bit, com crescimento de 24% em relação ao mesmo período de 2012.
Ainda de acordo com o estudo, produtos de vestuário, moda e acessórios lideram as vendas, com 13,7% de participação. E isso é uma boa surpresa, pois revela o esforço da indústria e do comércio em apresentar produtos com qualidade e respeito aos padrões de numeração, até então uma dificuldade para a venda desses itens.
E demonstra também a evolução dos parâmetros de respeito ao consumidor para a realização de trocas imediatas e sem burocracia, condição indispensável para a solidificação das transações pela internet nesse segmento.
Eletrodomésticos representam 12,3%, em segundo lugar, enquanto perfumaria, cosméticos e produtos para a saúde também tem quase a mesma participação: 12,2%. Já os setores que no passado lideravam essas vendas mostram redução em sua participação: Informática aparece com 9%, quase o mesmo que livros e revistas, com 8,9%.
Um dado interessante mostra que no primeiro semestre 3,98 milhões de pessoas fizeram a sua primeira compra virtual. Esse número é 14,2% inferior ao verificado em 2012, quando 4,64 milhões de pessoas ingressaram no comércio eletrônico. Isso aponta para um tendência de menores taxas de expansão do mercado físico de compradores. Ou seja, o mercado continuará crescendo, mas sem o ímpeto anterior, até porque a base atual de compradores já é significativa.
Fonte: Sumário Econômico nº 1.344